Multiculturalismo + Welfare State = Desgraça
Enviado por Luiz Hilton Temp em 24/05/2013 15:57:22
A Suécia entra no quinto dia seguido de motim, com dezenas de carros em chamas e lojas destruídas nos subúrbios de Estocolmo. O pretexto foi a morte de um imigrante que teria problemas mentais, causada pela polícia local. A revolta contra a polícia é enorme. A imagem da Suécia como paraíso igualitário está mais chamuscada do que nunca.
Há muitos mitos sobre o sucesso sueco. O país ficou rico sob o modelo mais liberal, e após o avanço do estado de bem-estar social, o país chegou a “quebrar” no começo dos anos 1990. Várias reformas liberais colocaram a nação na rota da prosperidade novamente, mas o peso estatal segue muito elevado. Apesar de uma população pequena, relativamente homogênea e bem educada, os custos do modelo podem ser sentidos. Há desemprego crescente, e a imigração se tornou um problema.
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Um resumo de “Os limites da ação do Estado”
Enviado por Luiz Hilton Temp em 24/05/2013 15:52:23
O objetivo do que se segue é descobrir qual a finalidade das instituições do Estado e quais os limites que devem ser estabelecidos para essas atividades.
Há dois objetivos principais a ter em mente em qualquer tentativa de estruturar ou reorganizar as instituições políticas. Primeiro, determinar quem governará e quem será governado, e organizar o funcionamento da administração; segundo, prescrever qual a esfera de atuação do governo. Este último objetivo afeta diretamente a vida particular dos cidadãos e determina os limites de sua atividade livre e espontânea.
Se examinarmos a história das organizações políticas, perceberemos ser difícil decidir os limites exatos dentro dos quais suas atividades encontram-se restritas, já que não encontramos, em nenhuma delas, a elaboração sistemática de qualquer plano deliberado, fundamentado em princípios básicos.
Wilhelm von Humboldt
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Pressão garantida sobre o Banco Central
Enviado por Luiz Hilton Temp em 24/05/2013 10:03:44
Enquanto a autoridade monetária tenta conter a a inflação, o governo mantém os gastos em alta, como acontece desde o final do primeiro mandato de Lula
Editorial de O GLOBO Continuar lendo esse artigo...
O mito do complô dos países ricos contra o desenvolvimento dos países pobres
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 20:33:28
1. A busca de culpados (sempre deve existir algum…)
Dentre todos os mitos já explorados e a serem examinados nesta avaliação serial dos equívocos mais renitentes no meio acadêmico, nenhum parece tão poderoso quanto o que pretende que os países ricos, que teriam outrora alcançado o seu desenvolvimento graças a uma série de políticas por eles hoje recusadas aos países emergentes, estariam agora ativamente empenhados em impedir que esses países, eufemisticamente ditos em desenvolvimento, possam galgar, igualmente, a escada da prosperidade econômica e os degraus da capacitação industrial e tecnológica, tornando-se, como eles, desenvolvidos.
Continuemos, pois, o exame dos equívocos selecionados nesta série[1] pela análise crítica de um dos exemplos mais notórios da “teoria conspiratória da história”, a tese do complô dos ricos contra os pobres, a presumida ação mancomunada dos desenvolvidos contra o crescimento e o progresso material dos países pobres ou menos desenvolvidos. O conjunto de “teses” defendidas pelos partidários do que classifico desde já como mais uma falácia, não deixa de apoiar-se em exemplos históricos que estariam aparentemente em linha com os argumentos dos defensores dessa teoria conspiratória, em especial no que se refere às políticas setoriais (industrial e comercial, em especial) e à suposta ação clarividente do Estado “empreendedor”.
Paulo Roberto de Almeida é sociólogo e diplomata
Ordem Livre Continuar lendo esse artigo...
Concorrência entre governos faz bem
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 20:30:09
“Nós não podemos aceitar que certo número de companhias se coloque em situações para evitar o pagamento de impostos de maneira legal. Nós devemos coordenar ações em nível europeu, harmonizar nossas regras e apresentar estratégias para acabar com essa prática”, disse o presidente socialista francês, François Hollande. O assunto veio à tona após a descoberta de que a Apple teria usado mecanismos legais para reduzir o pagamento de impostos.
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Os céticos do clima já ganharam
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 10:14:13
A humanidade decidiu bocejar e deixar que os perigos reais e imediatos das mudanças climáticas se acumulem. Foi esse o argumento que apresentei em minha coluna da semana passada. Nada que apareceu nas respostas à coluna enfraqueceu minha conclusão. Quando muito, as reações a reforçaram.
MARTIN WOLF, é comentarista chefe de Economia no jornal britânico "Financial Times". É membro honorário do Instituto de Política Econômica de Oxford e professor honorário da Universidade de Nottingham. Participa do Fórum de Davos desde 1999 e do Conselho Internacional de Mídia desde 2006. É doutor em letras pela Universidade de Nottingham e doutor em economia pela London School of Economics (LSE)
Folha de São Paulo Continuar lendo esse artigo...
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:40:25
Nenhum ditado popular explica tão bem os problemas do Brasil e do mundo como “Em terra de cego quem tem um olho é rei”.
Ele mostra por que existe tanta gente incompetente dirigindo nossas empresas e nossas instituições.
Mostra também por que é tão fácil chegar ao topo da pirâmide social sem muita visãoou competência.
Blog de STEPHEN KANITZ Continuar lendo esse artigo...
Déficit da Previdência Ser
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:39:02
Hoje, os jornais publicam um estudo feito pelo Ministério da Previdência encaminhado para o Congresso Nacional afirmando que em 2050 o Déficit da Previdência Será de 5,6% do PIB.
Não é verdade. Será de pelo menos 21%, algo muito mais sério.
Já é 10% do PIB hoje, e explica porque o Brasil não poupa e precisa de capital estrangeiro para comprar portos e aeroportos.
Blog de STEPHEN KANITZ Continuar lendo esse artigo...
A carroça à frente dos bois
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:12:05
México e Chile são economias muito mais abertas que o Brasil e, por isso, mais vulneráveis a desenvolvimentos da economia internacional. Ainda assim, ao contrário do Brasil, praticamente não desaceleraram e a inflação recuou desde 2010. A dívida bruta do governo é 68% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, 43% no México e 11% no Chile.
Não obstante a inflação e a dívida pública mais elevadas no Brasil, o Banco Central (BC) reduziu praticamente em cinco pontos os juros entre 2007 e 2012, aproximando-a (em termos reais) dos patamares dos outros dois países. Dois motivos levaram o BC a reduzir os juros: estimular a economia e mitigar a apreciação do real.
Edward Amadeo é economista da Gávea Investimentos
Valor Econômico Continuar lendo esse artigo...
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:10:47
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se esforçou ontem para demonstrar que a situação fiscal do País é sólida e proporciona chão firme para o crescimento econômico e para a criação de empregos.
CELSO MING
O Estado de São Paulo Continuar lendo esse artigo...
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:09:34
O governo Dilma foi além da imaginação na criatividade fiscal. Com dívidas que viram créditos, papéis que saem de uma estatal para outra, gastos que não entram na conta e antecipações de receita, foi feito um novelo nas contas públicas que para desenrolar dará um trabalhão. As dívidas de Itaipu já viraram R$ 8 bilhões de receitas e agora darão mais dinheiro ao governo.
MIRIAM LEITÃO
O Globo Continuar lendo esse artigo...
Enviado por Luiz Hilton Temp em 23/05/2013 09:08:31
"Ninguém aqui em Chicago pode trabalhar por menos de US$ 4,50 por hora", conta o garçom de um bom restaurante, um rapaz de menos de 30 anos. Feitas as contas, considerando jornada de 40 horas por semana, dá US$ 800/mês.
"Mas gente ganha mais, dá para fazer mais de 300 dólares em um dia de bom movimento", explica o rapaz. É a gorjeta, claro. O rendimento variável é o que vale e depende não das horas de trabalho, mas do movimento e da capacidade de atendimento do garçom.
CARLOS ALBERTO SARDENBERG
O Globo Continuar lendo esse artigo...
25 dicas para se tornar um investidor de sucesso
Enviado por Luiz Hilton Temp em 22/05/2013 13:32:02
Levando em conta toda a minha vida profissional (como analistas buy side ou sell side), meus maiores erros foram Telemar, Tele Centro Oeste, Brasil Telecom, Telemig, Embratel, Lupatech, Ideiasnet, Submarino, Net, Light, Lightpar, Ripasa, Seara, Inepar, HRT, etc.. Nesses casos (e há muitos outros), ou recomendei algo estúpido a ser feito ou diretamente perdi dinheiro.
Aprendi coisas úteis para dividir aqui:
Blog Make a Jail Break! Continuar lendo esse artigo...
Enviado por Luiz Hilton Temp em 22/05/2013 13:09:11
Quero contribuir para a educação financeira dos leitores do meu BLOG e incentivá- los a ler essa obra prima. E por que a educação financeira é tão importante? Várias das mais respeitadas mentes dos Estados Unidos estão dizendo que a razão filosófica pela qual os Estados Unidos sofreu com a crise do sub-prime foi a ignorância do investidor sobre finanças. Com esse argumento, enceramos o caso.
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É possível identificar um bilionário?
Enviado por Luiz Hilton Temp em 22/05/2013 13:05:24
Um estudante canadense confessou-me certa vez que ficava confuso e ressentido quando algum de seus amigos se mudava para os EUA. Eu perguntei a ele porque se sentia assim. Ele me respondeu que nunca conseguiria viver em um país com um Coeficiente de Gini tão alto.
O Coeficiente de Gini é a média de desigualdade de renda. Quanto maior é o Coeficiente de Gini de um país, maior é a disparidade de renda registrada nesse país. Ele não diz nada sobre o bem-estar material absoluto das pessoas, ou sobre a mobilidade entre os diferentes grupos de renda. É apenas uma amostragem superficial da renda obtida pelas pessoas no momento do estudo.
Donald J. Boudreaux é o diretor do departamento de economia da Universidade George Mason
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